Era para Ser Só uma Festa de Natal
Uma comunidade de idosos prepara uma festa que começa por ser simples e acaba por revelar mais do que todos esperavam.
Romance, memória e circunstância numa escrita que regressa aos lugares para escutar o que neles ficou.

Camões e Pessoa regressam a uma Lisboa futura. O país continua de pé — mas o que acontece quando a língua, a memória e o sentimento de pertença começam a desaparecer?
17 € — entrega direta · 20 € — envio incluído para Portugal continental · exemplar assinado e dedicado, se desejar.
A obra publicada e em preparação percorre a memória rural, a vida comunitária, a língua e a identidade, sem perder de vista as pessoas concretas que habitam cada história.
Uma comunidade de idosos prepara uma festa que começa por ser simples e acaba por revelar mais do que todos esperavam.
Um mosaico de aldeia, infância, trabalho, rituais e personagens num Portugal que sobrevive sobretudo na memória.
Camões e Pessoa regressam a uma Lisboa futura para interrogar a língua, a memória e a identidade de um país.
“A ficção e a poesia prolongam uma mesma procura: compreender o modo como as pessoas guardam aquilo que já perderam.”Ilídio Trindade
Nascido em Santa Comba Dão e ligado à infância em Treixedo, Ilídio Trindade escreve a partir de uma atenção persistente às pessoas e aos lugares.
Professor do ensino secundário desde 1984, estreou-se em livro em 2024. A experiência pedagógica, a memória e a observação do quotidiano atravessam uma obra que procura dar forma ao que o tempo tende a apagar.
Apresentações, conversas e sessões com leitores: a obra prolonga-se nos lugares onde passa de mão em mão.