
O Naufrágio dos Vivos
O que resta de um povo quando a sua língua começa a ser tratada como obstáculo?
Luís de Camões e Fernando Pessoa regressam à vida numa Lisboa de 2030. Entre estranheza, humor e inquietação, procuram compreender o que está a acontecer à língua, à memória e ao sentimento de pertença de um país.
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Uma Lisboa futura, duas vozes maiores da literatura portuguesa.
Em 2030, Camões e Pessoa reaparecem numa Lisboa que reconhecem e, ao mesmo tempo, estranham profundamente. Unidos por um enigmático aviso que aponta para março de 2031, percorrem a cidade e iniciam uma investigação sobre o destino do país.
O percurso confronta-os com a educação, a cultura, a Europa e, sobretudo, com o lugar da língua portuguesa. Lisboa torna-se cenário, personagem e testemunha de um apagamento silencioso que atravessa a língua, a cultura e a própria ideia de pertença.
Com prefácio de Agostinho Torres, juiz conselheiro jubilado, O Naufrágio dos Vivos é um romance sobre perda, lucidez e resistência; sobre aquilo que uma nação deixa morrer quando já não reconhece a própria voz.
“Na iminência de um naufrágio, o romance pergunta o que resta de um povo quando a sua língua, a sua cultura e a sua memória deixam de ocupar um lugar vivo no quotidiano.”
“A leitura ávida será o passo seguinte. Parece-me inevitável.”
Agostinho Torres, juiz conselheiro jubilado · apresentação na Festa do Livro de Belém, 19 de setembro de 2026O livro em encontro com os leitores.
Uma seleção breve da apresentação de O Naufrágio dos Vivos na Festa do Livro de Belém.




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